quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Testemunho de vida do Pe. Cleodon

Testemunhos de conversao
Fonte: Site Oficial do Padre Cleodon na CalicaNet
Eu nasci em São Paulo.
Meus pais são do interior. Uma cidade chamada Lorena, no Vale do Paraíba. Uma distância de uns 20km depois de Aparecida do Norte, pela Dutra.
Minha mãe tinha muito medo de me criar, a mim e a meus irmãos, em São Paulo, por causa dos perigos que a cidade grande oferece.
Lorena, por ser uma cidade interiorana, era um lugar mais tranqüilo para criar os filhos; tanto que fomos criados brincando na rua, o que era impossível acontecer em São Paulo.
A minha vó, mãe de meu pai, Dona Odete, era muito igrejeira. Meus pais me permitiam dormir na casa de minha vó de vez em quando. Ela, quando ia para a Igreja, acabava me levando junto. Com meus 9 anos, já ia para a Igreja com ela.
Naquela época, minha vó gostava muito de participar de novenas: Natal em Família, Campanha da Fraternidade, Oração do Terço. Eram rezadas nas casas das famílias. Com 9, 10 aninhos eu já rezava o terço inteiro. Quando íamos às casas das pessoas, elas pediam que eu rezasse, pois achavam lindo uma criança rezando o terço. Por causa disso, nesta idade, eu já falava que queria "ser padre".
Quando eu tinha 12 anos, aconteceu comigo o que a Psicologia chama de "Cleptomania".
Cleptomania é a mania que a pessoa tem de pegar as coisas dos outros. Dizem por aí, que é o nome "chique" do ladrão. Quando é pobre é ladrão. Quando é rico é cleptomaníaco. Mas não é bem assim. Ladrão é a pessoa que rouba, conscientemente, sabendo que o que faz é errado. Prefere roubar a trabalhar, pois acha que roubando, ganha em 15 minutos mais do que ganharia se trabalhasse o mês inteiro. O cleptomaníaco também rouba. Até sabe que é errado. Mas rouba para "chamar atenção". É inconsciente. Parece que rouba para preencher um vazio enorme que existe dentro de si.
Como eu queria "ser padre", imagine quem é que eu mais roubava?
Exatamente!
Os padres.
Eu era "coroinha" de padre. Às noites, saía com eles para as missas. Ía à casa deles antes das missas. Enquanto se preparavam para sair, ao ir ao banheiro ou para pegar as roupas para a celebração, eu pegava aquilo que o padre tinha. Como eu queria ser padre, pegava o que eu achava que era de uso de padre: terços, estolas, livros de oração, chaveirinhos, Bíblia...
No entanto, como eu queria ser padre e tentava "ser santo", procurava padres para me confessar. Às vezes, acabava me confessando com o "dono" das coisas que tinha roubado. No final da confissão, o padre me dava a penitência: você vai devolver para o dono tudo o que roubou. Então, acabava devolvendo para ele mesmo o que tinho pego.
Em Lorena, minha "fama" começou a crescer. Mas a minha "fama" de ladrão.
Não me sentia mais à vontade dentro da Igreja Católica.
Quando entrava na igreja, percebia as mulheres dando sinais umas para as outras, falando de mim e mandando me vigiar para que não levasse nada da igreja. Por mais que tivessem razão, eu me sentia ofendido e ficava incomodado.
Sentia as portas da Igreja Católica se fechando para mim.
Meus pais sofriam demais. Meu pai é policial. Seu maior medo era ter, ele mesmo, que me prender.
Em 1980, conheci um rapaz que tinha a minha idade: 14 anos. Comecei a freqüentar sua casa e ele a minha. Tornamo-nos como irmãos. Muito amigos. Esse jovem, por coincidência, é filho de um pastor evangélico. Seus pais me convidaram para ir à igreja. Fui.
Enquanto as portas da Igreja Católica se fechavam para mim, as portas da Igreja Evangélicas eram escancaradas.
É claro que eles escancaravam porque não sabiam que eu era "ladrãozinho".
Para o pastor, era questão de honra "me ganhar" para sua igreja, pois eu era coroinha de padre e queria ser padre.
Mesmo na Igreja Evangélica, cheguei a roubar também. Como lá não tinha imagens de santos, eu pegava "caixinha de promessa", discos de música, Bíblia...
Numa noite, eu tinha acabado de pegar um disco, na casa do pastor, de um cantor evangélico que gostava muito. Estava indo para casa. No caminho, ao lado da Igreja Nossa Senhora da Piedade, em Lorena (talvez você diga que é apenas coincidência, mas não acho), senti Deus falar comigo:
- Filho, se você quiser ser cristão de verdade, deve parar de roubar. Senão, vai acontecer com você, na Igreja Evangélica, o mesmo que aconteceu na Igreja Católica.
De repente, parei, pensei e tomei uma decisão: vou parar de fazer isto. Voltei à casa do pastor, coloquei o disco no mesmo lugar de onde peguei e fui para minha casa feliz da vida.
Nunca mais roubei nada de ninguém até voltar para a Igreja Católica.
Graças a Deus, não precisei ir para a cadeia para aprender. Nem tomar choque no corpo molhado. Nem ser amarrado no "pau de arara" para apanhar. Nem ser expulso de casa.
Deus agiu na minha vida antes disso.
Em 1980, batizei-me em águas e tornei-me membro da Igreja Evangélica Assembléia de Deus. Fiquei na Igreja Evangélica durante 5 anos. É claro, que nunca pensei em sair de lá. Achei que estava na igreja certa. Tinha certeza da minha Salvação.
Durante esses 5 anos:
1) estudei na Escola Dominical;
2) fui professor de Escola Dominical;
3) tornei-me "Orientador Educacional"da Escola Dominical na igreja;
4) cantava no coral da igreja como tenor;
5) fiz o curso básico em Teologia;
6) formei-me Bacharel em Teologia pela igreja;
7) fiz curso de Evangelização Pessoal;
8) pregava em praças pública;
9) fazia programas de rádio;
10)era obreiro;
11)era secretário da igreja.
Um dia, minha primeira professora de Escola Dominical se aproximou de mim e perguntou:
- Cleodon, você conhece o Pe. Jonas Abib?
- Não - respondi.
- Ele tem um programa de rádio - continuou a moça - e gostaria que você o escutasse.
Não tinha entendido, o porquê de uma professora evangélica estar me pedindo para escutar um padre. Hoje eu sei. Ela pediu porque era da vontade de Deus.
Perguntei, então:
- Por que você está me mandando ouvir um padre?
Ela respondeu:
- Porque você fala muito parecido com ele. Ao escutá-lo pregando, se fecharmos os olhos temos a impressão que é o Padre Jonas quem está falando.
Fiz como pediu.
Aconteceu comigo aquilo que chamo de "amor à primeira escutada". Os jovens dizem que há "amor à primeira vista", comigo aconteceu "amor à primeira escutada".
Comecei, então, a escutar o Pe. Jonas a todo momento. Bebia. Comia de tudo o que falava pelo programa de rádio.
Tinha vontade de conhecer o Pe. Jonas. Saber como ele era. Fui a uma livraria Canção Nova. Perguntei se tinham uma foto do padre. Eles me mostraram uma foto que tinha na contra capa de um disco vinil que gravara: "O Amor Vencerá". Perguntei se ele ainda estava daquele jeito. Disseram-me que sim, apenas com o cabelo mais branquinho.
Comecei a namorar uma moça que era da Renovação Carismática Católica. É claro que ela tinha se convertido e passou a fazer parte da minha igreja. Caso contrário, não poderia namorá-la. Foi quando me disse que Pe. Jonas ía toda terça-feira a Lorena, em um lugar chamado secretariado, para dar uma palestra.
Na próxima terça, pulei o muro da escola - olha, crente fazendo coisa errada! - e fui ao secretariado, que era perto da escola que estudava.
Apaixonei-me ainda mais pelo jeito do padre. Seu modo simples de pregar, mas ungido e profundo, fez com que eu ficasse ainda mais vidrado nele.
O Espírito Santo me impelia para conversar pessoalmente com ele.
Orei durante uma semana. Jejuei. Fiz vigília. Tudo na intenção de me preparar para a conversa. Dizia a Deus:
- Senhor, se eu estiver errado na igreja evangélica, quero voltar para a Igreja Católica e tornar-me padre. No entanto, se estiver certo, quero que o Senhor traga o Pe. Jonas e toda a Comunidade Canção Nova para a Assembléia de Deus.
Nesta minha "ingênua pretensão" - nem sei se existe isto - o Senhor me levou a ter esta conversa.
Na outra terça-feira, fui ao secretariado. Sentei-me. Ouvi toda a palestra. Esperei que todos falassem com o padre. Por último, aproximei-me e apresentei-me:
- Padre Jonas, eu me chamo Cleodon. Sou da Igreja Evangélica Assembléia de Deus e gostaria de conversar um pouquinho com o senhor, se me permitisse.
- É claro, filho, respondeu simpaticamente. Só tenho um probleminha.
- Qual, padre?
- Amanhã, tenho umas gravações logo cedo. A conversa não pode ser muito longa. Tudo bem?
- Claro, tudo bem.
- Então, vamos até a casa de uma das irmãs da comunidade. Ela mora aqui perto. O meu carro está lá. No caminho, até lá, conversamos. Está bem para você?
- É claro, padre.
Dispensou o motorista que o estava esperando e fomos caminhando e conversando:
- Padre, tenho acompanhado suas pregações pela rádio. Tenho visto que é muito ungido e profundo. Eu o admiro muito por isto. Eu sou formado em Teologia, pela Igreja Evangélica. Sei que uma das línguas usadas quando a Bíblia foi escrita é a grega. Quando prega a Palavra, o senhor usa muito palavras gregas. Gostaria que me respondesse:
- Pois não!?! - Emendou o padre.
- O senhor sabe que no Livro de Êxodo, capítulo 20, versículos de 2 a 17 e em Deuteronômio, capítulo 5, versículos de 6 a 21 estão escritos os 10 Mandamentos. Há um versículo que diz: "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida de nada que se assemelhe ao que existe lá em cima, nos céus, ou embaixo na terra, ou nas águas que estão debaixo da terra. Não te prostrarás diante desses deuses e não os servirás, porque Eu, o Senhor teu Deus, sou um Deus ciumento, que puno a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração dos que me odeiam, e faço misericordia até a milésima geração para aqueles que me amam e guardam os meus mandamentos".
Continuei:
- Temos também o Salmo 115 (na nossa Bíblia é o 114), que diz; "Os homens não devem fazer ídolos. Quem os fizer, tornar-se-á como eles: têm olhos, mas não vêem; tem pernas, mas não andam; têm mãos, mas não apalpam, têm boca, mas não falam". Por que o senhor adora imagem, se sabe que é errado? Lá em Aparecida, muitos católicos adoram Nossa Senhora. O senhor não poderia pegar o microfone e dizer que vão todos para o inferno se continuar fazendo isto? Gostaria que me explicasse, usando o grego e o hebraico, por favor. Já conversei com muitos padres, freiras, seminaristas e ninguém conseguiu me explicar de modo que entendesse!
Padre Jonas perguntou:
- Filho, o que é idolatria, para você, lá na Assembléia de Deus?
Respondi:
- Idolatria, padre, é quando alguém coloca alguma coisa, alguém ou alguma idéia no lugar de Deus.
- É isto mesmo, no sentido grego - respondeu o padre. E continuou: Mas preste atenção no que me falou: "colocar NO LUGAR DE DEUS". Tratar, considerar, amar, adorar, servir como se aquilo fosse o prórpio Deus. Filho, na Igreja Católica, não temos outro Deus, a não ser o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Os santos e nem Nossa Senhora são deuses para nós! A palavra ídolo vem do grego, êidolon, que significa ídolo. Não é uma imagem comum, mas a estátua de alguém ou alguma coisa que consideravam um deus naquela época. A Bíblia, filho, condena ídolos, mas não condena imagem.
Naquele momento deu como um estalo na minha cabeça. Parece que eu tinha conseguido entender. Imaginem: o padre falando comigo, Nossa Senhora intercedendo e o Espírito Santo ungindo tudo o que saia pela boca do padre. Claro!!! Não tinha coração humano que resistisse.
Padre Jonas me apresentou um rapaz da Comunidade Canção Nova para me "recatequizar".
Conheci um padre salesiano que me ajudou demais. Perdia horas e horas conversando comigo. Seu nome é Pe. Ademar Pereira de Souza.
Eles me ajudaram muito a entender a Doutrina da Igreja Católica Apóstolica Romana.
Alguns meses depois, resolvi voltar para a Igreja Católica e ser padre.
Em 1985, voltei para a Igreja. Mas vou dizer uma coisa: Foi só voltar para a Igreja Católica e voltei a roubar novamente. O pior é que não sou mais cleptomaníaco. Agora sou ladrão mesmo.
Antigamente, quando roubava, ninguém chegou a me pegar fazendo isto.
Acho que estou perdendo a prática. Outro dia, quem me pegou fazendo isto foi o Pe. Antonio Maria. Ele me disse:
- Filho, o que você está fazendo!?! É grave!!! É de muita responsabilidade! Você está roubando as almas que estão nas mãos do Demônio. Está colocando nos braços de Nossa Senhora. E Nossa Senhora está colocando aos pés da Cruz de Cristo. De lá, meu filho, eu sei que o Demônio nunca mais vai tirar!!!
Hoje, tenho consciência que estou numa Igreja fundada, não pelas mãos dos homens, mas pelo próprio Jesus. A Igreja que tem mais de 2000 anos de vida; com mais de 500 anos só no Brasil. A única Igreja onde encontramos Jesus Cristo presente na Eucaristia. Nas outras igrejas, o pão é só o símbolo do Corpo de Cristo. O suco de uva (elas não aceitam vinho por causa do álcool), simboliza o Sangue de Jesus. Na Igreja Católica não. Na Igreja Católica o pão se transubstancia no Corpo, quer dizer, torna-se o Corpo de Cristo. O vinho se transubstancia no Sangue, ou seja, torna-se o Sangue de Cristo.
Hoje, sou católico, graças a Deus.
Não sou mais órfão. Hoje, tenho uma mãe, chamada Maria de Nazaré.
Dizem por aí, que atrás de todo grande homem tem uma mulher. Eu não sou um grande homem, mas garanto que atrás de mim tem uma grande mulher: Nossa Senhora.
Tudo o que sou e tudo o que me tornei foi graças a Nossa Senhora.
Hoje, faço pós-graduação na área de Bíblia. Aprendi a amar a Palavra de Deus na Igreja Evangélica. Resolvi estudá-la. Na faculdade, fui obrigado a aprender hebraico, grego e aramaico - línguas em que a Bíblia foi escrita. Aprendi a estudá-la metodologicamente e de modo científico. É uma maravilha.
O tema que escolhi para a minha tese de mestrado tem tudo a ver com o que Pe. Jonas me falou sobre a diferença entre imagem e ídolo.
Você pode acompanhar um pouco através do Livro, que escrevi, chamado "A Palavra Liberta". Na página 45, você pode acompanhar que a palavra ídolo vem do hebraico "Fesél". Já as páginas 15 e 16 falam que a primeira tradução da Bíblia foi para a língua grega. Cerca de 70 ou 72 judeus, que conheciam muito bem a língua grega e as Leis, traduziram o Antigo Testamento para o grego. Ainda à pág. 45, vemos que no lugar de "Fesél", usaram a palavra "êidolon", do grego, cuja tradução é ídolo e não imagem.
À pág. 44 vemos que a Bíblia faz diferença entre imagem e ídolo. Ídolo é uma imagem também, mas não uma imagem comum. É a imagem de um deus. E o que é um deus? Um deus é uma pessoa, ou um objeto, ou uma idéia que tem "poderes" que só Deus tem. Por exemplo: quem tem o poder de criar o mundo do nada? Quem pode salvar a pessoa do Inferno? Quem pode, do nada, fazer um ser humano sua imagem e semelhança? Para todas estas perguntas, só temos uma resposta: Deus. Quando digo que alguém, ou alguma coisa faz algo assim, estou tranformando esse alguém ou essa coisa num deus.
Quando uma pessoa fala então que Buda salva, está transformando Buda num deus, pois só Deus tem o poder para salvar. Se alguém falar que através da "reencarnação" pode se purificar e ir morar no céu, significa que a reencarnação salva. Então a reencarnação que é uma idéia, um conceito, é respeitada como uma deusa, pois só Jesus salva. Assim, o sacrifício de Jesus na cruz foi em vão.
Na Igreja Católica, você nunca vai ouvir que Nossa Senhora é salvadora; que através de algum santo podemos alcançar o céu ou coisa desse tipo. Sabemos e confessamos que só Jesus é o Senhor! É o Único que pode salvar!
No Brasil, a maior Igreja Evangélica é a Assembléia de Deus. A Igreja Evangélica que mais cresce é a Universal do Reino de Deus. No entanto, a maior Igreja ainda é a Igreja Católica Apostólica Romana. E com a Renovação Carismática Católica a tendência da Igreja é crescer ainda mais.
CRONOGRAMA DE VIDA
1966 - dia 4 de abril nasce na maternidade Cruz Azul, às 9hs, em São Paulo, no Cambuci, o menino Cleodon.
1973 - seus pais mudam para o Interior de São Paulo, para uma cidade chamada Lorena, 20 km depois de Aparecida do Norte, sentido São Paulo - Rio de Janeiro.
1974 - Cleodon é matriculado com 8 anos na 1ª Série na Escola Estadual de 1º e 2º Graus "Gabriel Prestes", em Lorena.
1977 - faz sua 1 Comunhão e aos 11 de dezembro é crismado, na Paróquia Santo Antonio, em Lorena, tendo como padrinho o Reverendíssimo Senhor Bispo de Lorena, Dom João Hipólito de Moraes.
1980 - o Cleodon começa a freqüentar uma Igreja Evangélica, batizando-se em águas em novembro deste mesmo ano.
1982 - formatura da 8ª Série na Escola Estadual de 1º e 2º Graus "Arnolfo de Azevedo", em Lorena - SP.
1983 - começa o Curso Técnico de Ciências Biológicas na Escola Estadual de 1º e 2º Graus "Pe. Carlos Leôncio da Silva", em Lorena.
1984 - dia 04 de agosto, formou-se Bacharel em Teologia pelas Igrejas Evangélicas Assembléia de Deus.
1985 - em junho sai da Igreja Evangélica Assembléia de Deus. Voltou para a Igreja Católica através de Pe. Jonas Abib, da Comunidade Canção Nova. Em agosto, ingressa no Seminário Menor "Papa João Paulo II", em Bragança Paulista. Em dezembro, acontece sua formatura do Colegial, pela Escola Estadual de 1º e 2º Graus "Cásper Líbero".
1986 - faz vestibular para o Curso de Filosofia.
1988 - formou-se Bacharel em Filosofia pelo Seminário Bom Jesus de Aparecida do Norte.
1989 - começa o Curso de Teologia em São Paulo, na Lapa.
1990 - em novembro, dia 23, recebeu das mãos do Reverendíssimo Senhor Bispo da Diocese de Bragança Paulista, juntamente com alguns amigos, os seus Ministérios: acolitato e leitorato, em Caieiras - SP. Em dezembro deste mesmo ano, sai seu 1º LP: "Mãe, Maria", gravado pelo Selo do Instituto Cultural "Angeli Domini".
1991 - aos 14 de dezembro, recebe o Diaconato, em Caieiras - S.P, pelas mãos do Reverendíssimo Senhor Bispo de Bragança Paulista, Dom Antonio Pedro Misiara.
1992 - em novembro, formou-se Bacharel de Teologia pela Faculdade de Teologia "Pio XI" - Salesiana - de São Paulo. No dia 20 de dezembro, recebe, pelas mãos do Reverendíssimo Senhor Bispo de Bragança Paulista, Dom Antonio Pedro Misiara, a Ordenação Sacerdotal, na Cidade de Caieiras. Recebe o título de Pároco da Paróquia Santo Antonio de Francisco Morato - S.P.
1993 - transferido para ser Pároco também da Igreja Matriz de Francisco Morato - Sagrado Coração de Jesus. Cria, neste mesmo ano, através do Instituto Cultural "Angeli Domini" uma Casa de Repouso para velhinhos, em Francisco Morato - SP. Em novembro, lança seu 2º LP: "Maria, Simplesmente Maria", produzido também pelo Instituto Cultural "Angeli Domini".
1995 - aos nove dias de setembro, licenciou-se em Filosofia, História, Sociologia e Psicologia pela Universidade São Francisco de São Paulo. No dia 21 de setembro, foi reconhecido como Teólogo pela Pontifícia Universidade de Estudos Salesianos de Roma.
1998 - começa a pós-graduação em Teologia Sistemática com Concentração na Área de Sagradas Escrituras, pela Faculdade Nossa Senhora d'Assunção, no Ipiranga - S.P. Lança, em setembro desse mesmo ano, o seu 1º CD: "Especial para Deus", produzido pela EvangLine Produções de São Paulo. Neste mesmo ano, ganhou mais de quatro programas veiculados pela TV SÉCULO 21, da Associação do Senhor Jesus, de Valinhos - SP.
2000 - lança seu Livro "A Palavra Liberta", pela Editora Rideel.
2001 - torna-se Assessor da Associação do Senhor Jesus, para onde é transferido, para trabalhar, diretamente, com os Meios de Comunicação Social, embora ainda pertecendo à Diocese de Bragança Paulista.
2002 - em abril, assina contrato com a Gravadora Via Brasil, com a finalidade de gravar um CD, de música gospel, com repercussão nacional e internacional. Em novembro, defende sua Tese de Mestrado, tornando-se, oficialmente, Mestre em Teologia, especializando-se na área de Sagradas Escrituras.
Fonte: Instituto Cultural "Angeli Domini".
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